Novidades: Caelum RJ, FalandoEmAgile 2008 e Treinamento JBoss Seam

Por Nico Steppat em 24/06/08

Algumas novidades da Caelum para o segundo semestre:

Caelum Rio de Janeiro

Dado o grande público de treinamento que já atendemos no Rio de Janeiro, e somando a isso o fato de dois de nossos atuais clientes de consultoria serem no Rio, estamos definitivamente estendendo nossos trabalhos para lá, com sede próxima à avenida Rio Branco.

Eu, Nico Steppat, pessoalmente, serei o responsável pelo início das operações da Caelum em território carioca, neste próximo semestre. Estou há pouco mais de cinco anos no Brasil desde que saí da Alemanha, sendo mais de dois anos na Caelum. Para mim, esse será mais um desafio: levar a qualidade da Caelum para o Rio de Janeiro, onde já me encontro.

Falando Em Agile 2008

Dado o sucesso do Falando em Java 2007 e do Falando em Java 2008, juntamento com o nosso envolvimento em metodologias ágeis, teremos em outubro o Falando Em Agile 2008! O evento contará com ninguém menos que David Anderson!

David AndersonDavid Anderson foi gerente e líder de excelentes equipes de software, entregando produtos de ponta desde 1991. Ele ajudou a fundar a APLN (Agile Project Leadership Network), uma organização sem fins lucrativos dedicada a encorajar uma melhor liderança e gestão no setor de TI, e é um palestrante e apresentador popular, autor de muitos artigos sobre gestão de engenharia de software, além de escritor e editor do popular blog Agile Management.

David entrou em cena no desenvolvimento ágil de software muito cedo, como membro original do time em Cingapura que criou a Feature Driven Development (FDD), um dos seis métodos ágeis originais. Baseado em sua experiência com a FDD na Sprint PCS, posteriormente escreveu o primeiro livro sobre a gestão do desenvolvimento ágil, “Agile Management for Software Engineering”, publicado em 2003. Como arquiteto de processo para a MSF for CMMI da Microsoft, ele se tornou versado na aplicação de técnicas ágeis ao CMMI do Software Engineering Institute (SEI) e estabeleceu um forte relacionamento profissional com pessoas-chave nessas comunidades. David é especialista em mudança cultural para a implantação instucionalizada e de longa duração de equipes de desenvolvimento Ágil e Lean (Enxuto) de software. Atualmente é um dos diretores da Modus Cooperandi.

O evento já tem também a presença confirmada do CSP Alexandre Magno, de Adail Retamal e de Guilherme Silveira. Muito em breve teremos mais informações, além da grade completa e inscrições.

FJ-34 - JBoss Seam

JBoss Seam Sem dúvida alguma o JBoss Seam é o framework Java EE que mais tem ganho atenção ultimamente. E isso não é sem razão: ele faz uma excelente ponte entre o EJB3 e o JSF, as duas principais e mais bem sucedidas especificações do Java EE da atualidade. Liderado por Gavin King, o mesmo criador do Hibernate, o JBoss Seam já é até uma cobiçada especificação: a JSR 299, WebBeans. Emmanuel Bernard, que esteve no evento Falando Em Java 2008, trabalha lado a lado com Gavin King desde o Hibernate 1 beta e nos atualizou com muitas informações durante sua estadia no Brasil e conversas na Caelum.

FJ 34 Jboss Seam Com o know how adquirido em diversas consultorias com JSF, EJB3, JBoss e Hibernate, criamos o treinamento FJ-34: Desenvolvimento para Web com o JBoss Seam. Neste treinamento, você vai conhecer a fundo os problemas que o Seam resolve ao integrar as duas grandes tecnologias do Java EE 5, passando pelos recursos facilitados pelo frameworks até o JBPM. Esperamos você lá!

atualizado: o evento Falando em Agile será dias 23 e 24 de outubro

Qualidade com Scrum

Por Edmilson Miyasaki em 02/06/08

Tive a oportunidade de palestrar juntamente com o Alexandre Magno no Falando em Java 2008. Um tema recorrente durante as discussões depois de palestras e workshops sobre Scrum é Qualidade.

Quando falamos sobre qualidade em software, surgem diversas dúvidas quanto ao que significa ter qualidade em um software: ter um código bem escrito? Testes unitários? Código que não apresente falhas? Boa performance no que se propõe a fazer? Documentação?

De acordo com a NBR 13596 (ISO/IEC 9126), existem algumas características que um software deve apresentar para ser considerado como um software de qualidade. Estas características são listadas na tabela a seguir:

Característica Descrição
Funcionalidade Satisfaz as necessidades?
Confiabilidade É imune a falhas?
Usabilidade É fácil de usar?
Eficiência É rápido e “enxuto”?
Manutenibilidade É fácil de modificar?
Portabilidade É fácil de usar em outro ambiente?

A maioria das características que determinam um software com qualidade referem-se mais a boas práticas de engenharia de software ou eficiência da plataforma tecnológica. Entretanto, Scrum, como framework para gerenciamento de projetos, também é capaz de oferecer qualidade no processo de desenvolvimento.

Em Scrum, conseguimos uma melhora na qualidade através de diversos pontos. Obter esta melhora na qualidade depende muito se Scrum está sendo bem implementado ou não.

Dentre estes pontos, podemos destacar:

  • Iterações
  • Remoção de impedimentos
  • Inspeção e adaptação
  • Autonomia
  • Times multifuncionais

Iterações

Qualidade em software também significa entregar para o cliente algo que lhe seja realmente útil, de acordo com suas necessidades.

Por ser uma framework ágil, Scrum trabalha com iterações, onde a cada iteração entregamos software, ou incrementos de software, potencialmente usável e de acordo com a necessidade do cliente. E, a cada nova iteração, temos “feedback” do que foi entregue e que utilizamos para melhorar o produto (sempre de acordo com a prioridade do cliente).

O “feedback” do cliente existiria de qualquer forma, seja apresentando o produto ao final de uma iteração, seja ao final de todo o ciclo de desenvolvimento (o que normalmente acarreta em alterações no código). Entretanto, se estas alterações forem feitas no final do projeto, isto também pode causar efeitos colaterais indesejados, ao passo que, fazê-las de forma antecipada, impede este tipo de problemas.

Através das Sprints, times Scrum estão sempre desenvolvendo algo que realmente tenha valor para o cliente.

Remoção de impedimentos

Remover qualquer tipo de impedimento durante a execução de um projeto é essencial não importa qual metodologia seja utilizada. Em Scrum, é esperado que estes problemas apareçam. Mas, o que é feito após resolver este impedimento, determina se um time está utilizando Scrum corretamente ou não.

Durante a execução de uma Sprint, é recomendável que a execução das tarefas seja feita item a item ao invés de cada membro executar tarefas de itens diferentes. Isso tem duas razões: a primeira é relacionada ao valor para o cliente. Para um cliente, um item somente tem valor caso tenha sido entregue completamente — algo que esteja funcionando 80% não lhe trará vantagem alguma. Além disso, executar um item completamente ajuda a manter o foco da equipe na meta e no item em específico. Desenvolvedores em geral tendem a ser mais orientados a tarefas ao invés de orientados a valor. Manter o foco na meta ajuda a aumentar a qualidade do item sendo desenvolvido.

A outra razão é em relação à forma como os problemas são resolvidos e como suas correspondentes soluções são utilizadas. A execução completa de um item representa um fluxo completo de execução e faz parte do processo utilizado no desenvolvimento. Neste caso, problemas que poderiam se tornar recorrentes podem ser solucionados imediatamente, permitindo que isso não se repita na execução dos próximos itens. Desta forma, estamos aprimorando o processo, o que também reflete na qualidade do produto.

Inspeção e adaptação

Ao final da execução de uma Sprint, há a Sprint Retrospective, uma das cerimônias de Scrum. Nela, revisamos a Sprint (inspeção) e determinamos o que foi bom e o que precisa ser melhorado (adaptação). As adaptações podem ser individuais ou coletivas, mas, de qualquer forma, elas garantem a melhora do processo e consequente otimização, o que traz diversos benefícios.

Com um processo mais enxuto e mais eficiente, podemos ter um software com mais qualidade.

Autonomia

Times em Scrum são auto-gerenciados, o que significa uma menor pressão sobre eles. Desta forma, cada um dos membros pode selecionar o que fará e terá o tempo necessário para fazê-lo com qualidade. Estudos mostram que, sob pressão de prazos exíguos, a primeira coisa a ser deixada de lado pelos desenvolvedores é a qualidade.

Além disso, através desta autonomia, os membros do time passam a ter uma melhor qualidade de vida, o que reflete em uma melhoria na qualidade como um todo. Isso porque passam a ter mais tempo e disposição para pesquisar uma melhor forma de abordar e executar uma tarefa. Em um ambiente onde Scrum tenha sido bem implantado, este aprimoramento pessoal é compartilhado com os outros membros, o que traz mais incremento na qualidade.

Times multifuncionais

Quando montamos os times, procuramos sempre montá-los com membros que tenham diferentes características ou atribuições. Por exemplo, ao invés de um time formado só por desenvolvedores ou só de analistas de requisitos, procuramos misturá-los e formar diversos times Scrum.

Isto porque a experiência de cada um é extremamente útil no planejamento das tarefas a serem executadas na Sprint. Entretanto, existe um conceito maior escondido por trás disto: qualidade desde o início.

Pude presenciar em diversas ocasiões a seguinte situação: empresas utilizando o modelo em cascata, faziam o levantamento de requisitos no início do projeto. Em seguida, arquitetos de sistema e especialistas no negócio modelavam as classes para atender a todos os requisitos levantados na etapa anterior. Depois (bem depois, por sinal), estes modelos eram passados para a equipe de desenvolvimento e o resultado era testado pela equipe de Q&A e homologação. No final do processo, isto era entregue à equipe de implantação.

Invariavelmente, o contato com o cliente era feito no início do projeto, onde este apresentava todos os requisitos possíveis e imagináveis para o produto. Embora saibamos que o cliente sabe o que precisa mas tenha somente uma vaga idéia do que quer, ele era obrigado a informar o que desejava que fosse desenvolvido, e por isso a quantidade de requisitos, algumas vezes desnecessários, era imensa.

Durante a modelagem, os analistas modelavam o que era necessário para a aplicação, muitas vezes deixando de lado alguns detalhes que poderiam facilitar o desenvolvimento ou ignorando outros detalhes que pudessem melhorar o acesso aos dados.

Os desenvolvedores, por sua vez, simplesmente executavam o que foi determinado pelos arquitetos e no prazo determinado pelo gerente de projeto.

Depois de devidamente codificado, o resultado era passado para a equipe de Q&A, que testava o que tinha sido produzido e retornava o resultado dos testes à equipe de desenvolvimento. Infelizmente, isto era feito invariavelmente aos lotes — os testadores eram obrigados a testarem diversos recursos de uma vez, muitas vezes impossibilitando testes com aspectos mais amplos.

Como tudo isso feito às pressas, em algumas situações, a equipe de implantação era informada com poucos dias de antecedência (e em uma situação, a equipe foi informada que tinha até o final da tarde para implantar um sistema). Com tão pouco prazo, muitas vezes a implantação era feita sem qualquer teste, simplesmente esperando que a sorte sorrisse para eles.

Note que os cinco parágrafos anteriores descreveram cada um dos estágios no desenvolvimento. E isto reflete como o desenvolvimento era feito — sem qualquer comunicação adicional entre cada uma das etapas que não fosse a documentação do sistema. É fácil descobrir o resultado disso.

Através de times multifuncionais, a cada Sprint temos a opinião de especialistas em diferentes áreas definindo o que será feito naquela Sprint. Enquanto não sabemos o que o cliente realmente quer como produto, sabemos o que é mais importante para ele, com estes especialistas definindo a melhor abordagem possível, levando em consideração os aspectos nos quais cada um é melhor. Assim, arquitetos podem começar definindo as classes levando em consideração a opinião de um especialista em banco de dados, de domínio, etc.

Utilizando o princípio de qualidade desde o início, o código tende a ser mais enxuto, mais adaptável, a ter mais performance. Como a interação com o usuário é constante, o produto estará sempre de acordo com a necessidade do usuário. E com a presença de um especialista em testes, cada tarefa executada já pode ser testada e eventualmente corrigida rapidamente.

E finalmente, um especialista em implantação já sabe antecipadamente o que deve testar e providenciar como ambiente de produção.

Conclusões

Existe uma beleza singular na simplicidade apresentada por Scrum. Entretanto, por trás desta simplicidade, existem conceitos que não devem ser ignorados, sob pena de obter somente parte dos benefícios de Scrum.

Um ScrumMaster deve estar sempre atento aos diversos sinais que o time apresenta, bem como motiva-los e desafia-los, sempre em busca constante do aprimoramento individual como seres humanos e o time como um todo. Além disso, buscar a melhoria contínua do processo permite que a qualidade passe a ser uma constante em futuros projetos de software.

Domain-Driven Design no Falando em Java 2008

Por Sérgio Lopes em 26/05/08


No Falando em Java 2008, apresentei uma palestra introdutória sobre Domain-Driven Design. Apesar do tempo curto, os comentários foram ótimos! Muito obrigado a todos os que comentaram: pessoas no evento, blogs e GUJ. Falar de DDD em 40 min foi meu maior desafio e acabou faltando um pouquinho de tempo no final, mas deu para passar a mensagem.

Domain e Ubiquitous Language

O ponto fundamental do DDD é o primeiro D, o Domain. Tudo gira em torno desse tal de Domínio. O domínio é, em poucas palavras, o problema que queremos resolver com o programa que estamos desenvolvendo. Alguém (um cliente) tem um problema na área de atuação dele (geralmente nada a ver com informática) e contrata uma equipe de programação para ajudá-lo (nós :).

Segundo o DDD, é impossível resolver esse problema satisfatoriamente sem entender direito o que acontece no domínio do cliente. Não basta os desenvolvedores saberem mais ou menos: é necessário entrar fundo no domínio do cliente.

Mas é claro que nosso objetivo não é se tornar um especialista completo na área do cliente, mas apenas compreendê-la. A palavra-chave para isso acontecer é Conversa. Conversa constante e profunda entre os especialistas de domínio e os desenvolvedores.

Aqueles que conhecem o domínio em detalhes devem conversar com aqueles que conhecem programação em detalhes. Juntos, tentarão chegar a uma língua comum em que todos consigam se entender e que será usada em todas as conversas. É o que o DDD chama de Ubiquitous Language: uma língua baseada nos termos do domínio, não totalmente aprofundada neste, mas suficiente para descrever o problema satisfatoriamente.

Construção do Domain Model

Durante a conversa constante, todos juntos chegarão a um consenso sobre o Domínio. Os especialistas de domínio eventualmente criarão simplificações para facilitar a conversa; e os desenvolvedores podem introduzir conceitos técnicos simples.

Com isso, todos criam um modelo do domínio. É uma abstração do problema real, desenvolvida em conjuntos pelos especialistas do domínio e desenvolvedores. No DDD, é chamado de Domain Model.

É esse modelo que os desenvolvedores vão implementar em código. Literalmente. Item por item, como foi acordado por todos. Será desenvolvido um código limpo, com palavras do domínio, que representa, na programação, o domínio em discussão.
Foto do Sérgio no FJ2008
Usando DDD, seu programa orientado a objetos deve expressar a riqueza do domain model. Qualquer mudança no modelo (e, acredite, isso é muito comum) deve ser refletida imediatamente no código. Se algo do modelo torna-se inviável de se implementar tecnicamente, não se faz um “ajustezinho” no código; o modelo deve ser mudado para ser mais fácil de se implementar.

Ou seja, sempre seu código será expressão do modelo, que por sua vez é baseado totalmente no domínio.

Implementando o Domain Model

O DDD define uma série de patterns para facilitar a implementação do modelo em código. Mas, com absoluta certeza, esse não é o ponto principal do DDD. São apenas ferramentas que facilitam essa implementação.

Na palestra, mostrei alguns patterns de forma bem simples e rápida, como Entity e Value Object. E mostrei o tão discutido, debatido e mal-compreendido Repository.

O cliente descreve ao desenvolvedor o seguinte problema: “preciso saber todos os peixes que são da cor azul”. (na palestra, usei o exemplo de uma loja de peixes) Para o cliente, é natural em seu domínio, que se consiga “buscar” coisas. A idéia é recuperar “objetos” do domínio (entities) previamente conhecidos, baseado eventualmente em algum critério.

A noção de repositório surge justo dessa necessidade: chegar nos objetos de conhecimento do domínio. Na palestra, eu levantei a questão de que o nome repositório não deve ser algo interno ao código, mas deve fazer parte da Ubiquitous Language, deve aparecer nas conversas e no Domain Model. Ou seja, repositório deve ser um conceito que o especialista de domínio também entende e, por que está no Model, é ele que vai para o código.

Não há problema em trazer palavriado técnico para a Ubiquitous Language, desde que o príncipio da UL seja mantida: todos entendem o conceito. E, se, eventualmente, no contexto do domínio sendo tratado, outro nome faça mais sentido que repositório, esse nome deve ser usado (mesmo que nós técnicos saibamos que no fundo aquilo é um repositório).

Repositório como interface? Classe concreta delegando? DAO implementa Repository?
Tanto faz. Um outro ponto fundamental do DDD é: nada tem resposta definitiva. Se você entende a questão toda do Domain Model e aplica essa noção na programação, pode usar diversas formas diferentes de implementar tudo isso.

Na palestra, eu representei o Repository como uma interface dentro do Model. E a implementação (que, do ponto de vista do DDD, não importa) era um DAO com Hibernate na camada de infraestrutura.

Concluindo

Meu ponto principal na palestra foi mostrar a Ubiquitous Language e o Domain Model, que são o coração do DDD. Vou escrever um segundo artigo com códigos e mais comentários da palestra, mas paro esse artigo gigante por aqui.

Termino linkando para um excelente post do Philip Calçado que ele publicou essa semana (parece até que combinamos) sobre DDD falando justo que o que conta no DDD é o Domínio e não os Patterns. Ele conta uma historinha de um projeto onde todos “entendiam” DDD, usavam Repositórios, Entities etc, mas infelizmente não falavam a mesma língua do domínio.

Falando em Java 2008, eu fui!

Por Paulo Silveira em 20/05/08

Este domingo aconteceu o Falando em Java 2008, evento organizado pela Caelum e que nessa segunda edição trouxe Emmanuel Bernard. Emmanuel é um francês que já vive há dois anos em Atlanta, e é líder de diversos projetos do Hibernate: a implementação da JPA, o Hibernate Annotations, o Hibernate Search e o Hibernate Validator, além de ser líder da especificação de Beans Validation e participar do expert group da JPA2.0.

Os 295 participantes desta edição lotaram o anfiteatro do colégio Arquidiocesano em São Paulo!


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Já existem diversos comentários e posts sobre o evento pipocando por aí:

O evento até gerou uma interessante discussão sobre Rails e JRuby:
http://www.guj.com.br/posts/list/91312.java

Fica aqui o agradecimento ao Emmanuel Bernard, que se revelou extremamente simpático e solícito, indo conosco comer picanha, ao samba, a feira aberta e experimentado todo tipo de comida. Também um obrigado a todos vocês participantes e a toda equipe da Caelum, que batalhou muito pela realização dessa segunda edição do evento. Em breve teremos posts sobre cada um dos assuntos abordados nas palestras, junto com os slides e comentários!

Conexão Java 2007: Palestras, tutoriais e fotos

Por Sérgio Lopes em 13/11/07

Aconteceu no último final de semana o Conexão Java 2007, evento organizado pelo GUJ, PortalJava e Tempo Real Eventos. A Caelum esteve lá com stand, palestras e tutoriais.

Muito bom rever os amigos do GUJ, do PortalJava e ex-alunos da Caelum. As palestras foram ótimas e ainda tivemos os tutoriais. Paralelamente, o Philip comandava a muvuca com discussões acaloradas sobre arquitetura.

Lá no GUJ há um tópico onde o pessoal está colocando impressões sobre o evento e palestras (as nossas estão logo após as fotos).

Algumas fotos dos mini-cursos, do auditório e da muvuca lá fora:

Este ano, a Caelum ministrou 3 tutoriais e uma palestra no evento. Você pode baixar o material de cada um logo abaixo: